Alergias respiratórias
Nariz entupido todo dia, espirros em série, tosse que não passa e cansaço não são "frescura" nem resfriado eterno.
- Rinite alérgica
- Asma e bronquite de repetição
- Sinusite recorrente
- Tosse crônica e alérgica
Cuidar com ciência e com afeto.
Diagnóstico e tratamento de alergias respiratórias, de pele, alimentares e de doenças imunológicas — em crianças e adultos. Ciência traduzida em orientações simples, para você entender o que acontece no seu corpo e participar do próprio tratamento.
Alergia raramente é um sintoma só. Investigo o quadro completo — o corpo, o ambiente, a rotina e o histórico — para chegar na causa e não só no alívio.
Nariz entupido todo dia, espirros em série, tosse que não passa e cansaço não são "frescura" nem resfriado eterno.
Coceira que tira o sono, placas que aparecem e somem, pele que descama. A pele costuma ser o primeiro aviso do sistema imune.
Diagnóstico correto evita dieta restritiva desnecessária — e evita o risco de uma reação grave por engano.
Infecção atrás de infecção, antibiótico atrás de antibiótico. Existe diferença entre "imunidade baixa" e imunodeficiência — e ela se investiga.
Nem toda alergia se descobre no exame de sangue. A investigação certa depende do que se suspeita — e é ela que separa um diagnóstico de um palpite.
Sou médica alergista e imunologista, apaixonada por cuidar de crianças e adultos.
Atuo no diagnóstico e tratamento das alergias respiratórias, das dermatites, das alergias alimentares e das doenças imunológicas — buscando sempre compreender o contexto de vida de cada pessoa. O ambiente, as emoções e os hábitos fazem parte do quadro, e ignorá-los é tratar pela metade.
Acredito que a medicina deve ser próxima e clara. Por isso minha missão é traduzir o conhecimento científico em orientações simples e práticas, ajudando o paciente a entender o que acontece com seu corpo e a participar do próprio tratamento.
Sou graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), com residência médica em Pediatria pela Universidade de São Paulo (USP) e especialização em Alergia e Imunologia também pela USP. Tenho título de especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria e em Alergia e Imunologia pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Atendo no Instituto de Alergia de Atibaia.
“Cuidar com ciência e com afeto — é isso que me move na medicina.”
Sem pressa e sem enrolação. Você sai com um entendimento do que está acontecendo e um plano por escrito.
A história completa: quando começou, o que piora, o que já foi tentado, como está o sono, a escola, o trabalho. É aqui que a maior parte do diagnóstico se constrói.
Exame físico e investigação do que te cerca — casa, colchão, bichos, mofo, rotina alimentar. Alergia é doença de corpo e de ambiente.
Testes cutâneos, exames de sangue ou testes de provocação — apenas os que fazem sentido para a sua suspeita, sem bateria desnecessária.
Tratamento explicado, medidas ambientais possíveis de cumprir e retorno definido. Se houver risco de reação grave, um plano de emergência por escrito.
Muita gente convive anos com sintomas que têm tratamento — e se acostuma. Se algum destes itens acontece com você ou com seu filho, vale investigar.
Desde os primeiros meses de vida. Dermatite atópica e alergia à proteína do leite, por exemplo, costumam aparecer ainda no primeiro ano. Não existe idade mínima para investigar — existe o exame certo para cada idade.
Não. IgE alterada mostra sensibilização, não necessariamente alergia com sintoma. Muita gente tem exame positivo para algo que come sem qualquer reação. O diagnóstico se faz com história clínica, exame físico e, quando indicado, testes específicos.
Algumas alergias alimentares da infância podem ser superadas com o tempo. Rinite e asma, em geral, são condições de controle — e controle bem feito significa viver sem sintomas no dia a dia. A imunoterapia pode modificar a resposta do organismo ao longo de anos.
Não. É um dos mitos mais comuns e um dos mais prejudiciais: o medo da bombinha faz muita gente deixar a asma sem tratamento, e asma sem controle é o que realmente traz risco. As doses inalatórias são baixas e agem direto na via aérea.
É um tratamento que apresenta ao organismo, em doses controladas e crescentes, aquilo a que a pessoa é alérgica — para que o sistema imune deixe de reagir de forma exagerada. Dura em média de três a cinco anos e é indicada em casos selecionados, após diagnóstico preciso.
Traga o que já tiver: exames anteriores, receitas e a lista de medicamentos em uso — inclusive os que não funcionaram. Se possível, anote quando os sintomas aparecem e o que parece piorar. Essas anotações valem mais que muitos exames.
As dúvidas que mais chegam no consultório, explicadas com calma. Sem jargão e sem alarmismo.
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Atendimento no Instituto de Alergia de Atibaia, no bairro Alvinópolis. O agendamento é feito pelo WhatsApp.
Se você ou seu filho convivem com sintomas há tempo demais, vamos investigar juntos.
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